Alemanha Aprova A Legalização Do Casamento Homossexual Com O ‘não’ De Merkel
A chanceler lembrou que nos últimos anos foram excluídos “passo a passo” todas as formas de discriminação pros casais homossexuais e não o certo de apadrinhar crianças. Depois de ponderar muito a respeito do bem-estar de pequenos, comentou , chegou à conclusão de que a adoção tem que também ser possível” pros casais homossexuais. Contudo, em sua opinião, o postagem 6 da Constituição alemã, no momento em que ele diz que “o casamento e a família localizam-se ante proteção especial da ordem pública”, está postando do casamento entre um homem e uma mulher.
Merkel, consciente das diferentes considerações no teu partido, decidiu que os deputados do grupo parlamentar conservador votar em consciência. Qualificou o debate que resultou na aprovação do casamento homossexual de “emocional”, assim como para ela, e confiava em que, agora, não perca o respeito e que, com a votação, foi gerado paz social e coesão. “Esta decisão não é sensacional para a coligação, contudo é prazeroso pra pessoas, e sensacional para o Parlamento”, disse Oppermann, que recusou que seja primordial reformar a Constituição. “Se o casamento para todos chega, ele terá dado algo a alguém, entretanto não se-lhe-á tirado nada a ninguém”, sublinhou, tentando convencer os deputados reticentes, a quem mostrou o teu respeito.
Diante do massacre, FORA do V Congresso declarou a greve geral, à qual aderiram sindicatos de ambas as centrais, e a cidade ficou paralisada. Em nove de janeiro, dezenas de milhares de pessoas reuniram-se pra enterrar seus mortos no Cemitério da Chacarita.
O cortejo foi atacado diversas vezes no caminho e, ao entrar ao cemitério, a polícia disparou pra perto, sobre a multidão, matando 50 pessoas e ferindo quatrocentas. A indignação com o massacre ocorreu uma insurreição popular que depôs à polícia dos bairros operários. Foram varridos os bairros operários, incluindo o bairro judeu de Onze, onde as forças repressivas produziram o único pogrom (massacre de judeus) que se tenha efetuado no continente americano, convocando a “caçar russos”. No meio do massacre apareceu a frase “eu sou argentino”, utilizada como salvo-conduto para salvar a existência.
O saldo foi de em torno de 800 mortos nunca identificados: idosos, mulheres, gurias, homens. Houve bem como dezenas de desaparecidos, milhares de feridos e mais de 50.000 presos. Foram queimadas casas operárias, sinagogas, locais sindicais e partidários, jornais, bibliotecas famosos e feijão, cooperativas. O governo prendeu e torturou milhares de cidadãos, como o imigrante judeu Pinie Wald, acusando-o falsamente de ser o líder de uma revolução judaico-comunista e facilitou aos grupos paramilitares das delegacias onde estabeleceram suas bases operacionais.
- Kim Ho Jung (Mãe)
- 310 KASER, Max, Das römische Privatrecht (1955), I, pp. 145 ss. [ Links ]
- Que os flancos e a retaguarda estivessem seguros
- “Depois da última briga natal não aguentei mais
- 2 Acompanhamento de grupos de ódio: elogios e avaliações
- San Onofre
- Camille Roberts (Noiva)
Os dois FORAs foram incapazes de operar em algum significado, para parar a matança. A responsabilidade de Yrigoyen foi tratado de ser explicada ou atenuado na historiografia radical. Há consenso entre os estudiosos a achar que Yrigoyen foi superado pelos setores mais duros e criminosos que atuavam dentro e fora do radicalismo. Um historiador radical como Gabriel do Baralho lhe atribui a responsabilidade à “oligarquia política e plutocrática na perseguição, cuja aspiração endireitou a derrubar o governo constitucional por intermédio de uma operação militar e so pretexto de restaurar a ordem alterado”.
Outro historiador radical, como Félix Luna reitera genericamente que “Yrigoyen se viu sou grato a tomar medidas rigorosas pra assegurar a tranquilidade da população”. Depois do massacre, o governo elogiou publicamente as tropas que executaram a repressão e a alta nação organizou uma arrecadação pra premiá-los com dinheiro. A quase 100 anos de massacre, as vítimas continuam sem ser de forma oficial lembradas.
Em 1972 Julio Godio escreveu um livro intitulado ” A semana trágica, recuperando o feito para a memória coletiva. Mais há pouco tempo, um documentário de Herman Szwarcbart, Um pogrom em Buenos Aires (2007), registrou depoimentos do grau de barbárie, ódio de classe e racismo daquela ação. A fábrica Coerção foi demolida em 1940 e lá se criou um espaço pro que se lhe pôs o nome de Praça Martín Fierro.


