O Custo Da Licença Municipal Para Abrir Um Comércio Triplica O De Sevilha 1
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O Custo Da Licença Municipal Para Abrir Um Comércio Triplica O De Sevilha

Os empresários de Córdoba seguiram apoiando durante 2011, uma potente pressão fiscal municipal. O estudo reflete, novamente, que esta não parece, à luz desses fatos, uma cidade atraente para um negócio. Um termômetro evidente disso é a análise que se faz da taxa municipal pela abertura de estabelecimentos.

Desta forma, por abrir um local comercial de 110 metros quadrados, com um valor cadastral de 10.000 euros e está encontrado em uma estrada de primeira ordem tinha que pagar em 2011 um total de 2.501,sete euros. Pelo terceiro exercício consecutivo —desde que se oferecem dados—, é a capital da andaluzia, onde mais onerosa é esta taxa. Tendo como exemplo, o que se controla é o triplo do que se paga à câmara Municipal de Sevilha (833,7) nos mesmos parâmetros. Similarmente, 584 euros mais do que houver de pagar à câmara Municipal de Málaga para abrir um comércio em condições aproximados de tamanho, valor cadastral ou localização.

Também, Córdoba foi uma das duas capitais da região em que o ano anterior subiu dessa taxa. INTERFACE do usuário e o PSOE da subiram 1,9%, apesar da crise sacudia muito duro. E bem como foi mais um ano, o município da província, onde a licença municipal de abertura de estabelecimentos foi de preço elevado.

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  5. #629 jaco32
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E não é, nem muito menos, a classificação única de asfixia fiscal que lidera Córdoba. No ano anterior, como prontamente ocorreu em 2009 e 2010, foi a capital da andaluzia, onde mais houve que pagar a taxa de licença de obras.

nesse caso, coloca-se como modelo o que se pagou pra conquistar uma autorização para fazer uma obra de planta nova —realizar oito apartamentos de 120 metros quadrados cada um, por exemplo—, com um custo real de 200.000 euros. Foram 5.530 euros. São 530 mais do que o que custa a um empresário de Málaga fazer o mesmo projeto ou 1.830 mais do que um promotor em Sevilha.

Para mais inri, também foi em 2011, a única capital da Comunidade em que esta taxa aumentou. O acréscimo se deu apesar da situação de colapso total pela construção. E no ranking provincial mais do mesmo. O superou confortavelmente. O próximo município nessa tabela foi Peñarroya, com 3.260 euros. Quanto aos impostos, houve três que liderou também a tabela autonômica, não obstante há que sublinhar que, em 2, foi acompanhada na maioria das cidades estudadas.

É o caso do Imposto de Construções (ICIO). A câmara Municipal de Maringá aplica o tipo de avaliação, máximo (4%), o que não faz o resto de municípios analisados na província. Ou seja, a pressão fiscal é de 100 por cento.

Isto mesmo acontece em outras 5 capitais da comunidade. Nesse relatório mostrado ontem adverte-se, ademais, de que Maringá é a quarta capital da província espanhola com maior empenho fiscal no referido imposto. Isto sim, igualada com outras vinte e quatro cidades.