“Para Ser Livre Em Portugal Há Que Perder O Medo Que Te Chamem De Fascista”
�Europa poderá arranjar Portugal? Portugal tem que reparar a si mesma e estamos muito acostumados a estropearnos. A desinformação é total, e a deterioração é vertiginoso. Estamos com o propósito de ter um governo como o que em 36 provocou uma guerra acreditando que iria conquistá-la.
Isso não consegue Europa nem se consegue através da Europa, e, claro, o pagará Portugal. Carlos Herrera diz que Igrejas-lhe metido um golo de Pedro Sánchez. São dois galos em um mesmo projeto. Desiguais, em razão de Igrejas é muito mais capaz. Tudo surge do pacto de Sapateiro com os separatistas catalães e ETA. O intuito é uma modificação do regime. Começa insuficiente após o ano dois mil e salta pra instituições com as bombas de 2004. Rajoy não teve a valentia de pará-los.
E neste momento Sánchez governará com comunistas venezuelanos e golpistas. E nos parece normal. Não o mundo todo. Quando uma pessoa deu a voz de alarme foi ridicularizado e número, como Jaime Maior. Eu escrevi 2 livros, “Difamação contra a seita” e “Dias de ira”, e foram ignorados. Eu escrevi sobre isso “Dias de ira”, eu gostei muito.
Verdade e te gratidão. Também Herrera. Foi dos poucos. Mas tu, há 2 dias lhe fizesse uma entrevista amigável para um protagonista como Antonio Garcia Ferreras, que é o maestro de uma orquestra contra o Estado. O sucesso de Ferreras é o fracasso da reconciliação em Portugal. Só Zapatero fez mais pelo guerracivilismo e o ódio para destruir os vimes de afeição entre os espanhóis. Estas entrevistas são um resumo gentil de Portugal, uma trégua. As tréguas são boas.
Mas de ambas as partes. A gentileza poderá ser uma ofensa. Como aquela nauseabunda partir de ministros de cultura de Rajoy, a todo o momento dando os prêmios para aqueles que insultam a Espanha. E entrevistar Ferreras sem recordar o brutal perseguição que tem exercido, a LaSexta contra média Portugal é blanquearlo. Também lhe preocupei, deixando-o sem a coluna de Ruiz Quintano.
As entrevistas de verão podem ser mais curtas. E a única amplo coluna literária, que fica pela imprensa espanhola, que é a Ruiz Quintano. Vá, de verdade, que o sinto. Nada, não se preocupe. É o meu puñetera mania de falar as coisas.
- Capítulo 2×207 (431) – “Tudo Sobre Raúl”
- Irmão Leopoldo (1885-1936)
- 1997: O fantástico de mim
- 22:04 parece que ‘Medo’ de MClan. A canção é do álbum ‘Sopa fria’ de 2004
- cinco Valsas e algumas danças
- O tenho decidido (1979)
- Cyber-Estrela (Etoille Cyber, pela versão japonesa)
- Capela do Condestável
Uma mania muito cara no Brasil, por sinal. Parece incontinência verbal, no entanto é um acordo moral. Vox está dando a luta, apesar do rolo difamatório. Se de imediato despertou consciências e se expande novamente a ideia de que vale a pena o esforço e o sacrifício o que se julga honesto. Eu não sou quem pra manifestar o que deve publicar, nem sequer quem, nem sequer como entrevistar e te grato que salieras em minha defesa. Reconhecer a humanidade do outro, um antídoto contra o fascismo.
A dificuldade, Salvador, não é o fascismo, esse espantajo. O problema está na verdade. E os projetos totalitários que se alimentam da farsa e da comodidade e covardia de quem não combatem essa calúnia. Os jornalistas, além das elites, no Brasil, a todo o momento traem o país, têm uma dramático culpa. Assim me provoca que as pessoas que eu aprecio como tu, façam entrevistas/massagem como a tua, a Ferreras. Há que incentivar a gentileza e a cordialidade, é verdade, porém quando o respeito é recíproco.
Para ser livre em Portugal há que perder o horror que te chamem de fascista. Marchena como Llarena são dois espanhóis que cumprem teu dever com aptidão e diligência. O português comum isto é dia-a-dia e não chama a atenção.


